Um ponto percentual. Essa é a distância que, na leitura do Goldman Sachs, separa uma transição tranquila de um pós-eleição sob risco de contestação no segundo turno presidencial deste domingo, 25. Se o vencedor terminar menos de um ponto à frente do adversário, cresce a chance de o resultado ser questionado, e o novo governo pode começar com um mandato fraco.
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