Com a disparada dos juros futuros, as taxas do Tesouro Prefixado se aproximaram dos 16%, enquanto as do Tesouro IPCA+ romperam a barreira dos 8% na segunda-feira, 26, um dia após o fim das eleições de 2026. O que aconteceu foi uma quebra das expectativas com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mercado acreditava na vitória de Flávio Bolsonaro (PL) e, com ela, que viria um ajuste fiscal, o que colaboraria para a queda dos juros.

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