Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram, em estudo publicado em outubro de 2026, que métricas convencionais podem superestimar a pobreza rural na Amazônia: com dados de 2000, o índice foi cerca de 17% maior que o resultado da metodologia adaptada. O IPM-Trajetórias considera diferenças entre os modos de vida rurais e urbanos para orientar políticas públicas de desenvolvimento e conservação.

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