O Diorama, chipre floral e especiado que Edmond Roudnitska compôs para a Dior em 1949, passou décadas recebendo ajustes de fórmula impostos por regulamentações da indústria e por mudanças no fornecimento de matérias-primas. Ano após ano, as alterações foram se acumulando até que o perfume vendido nas lojas guardasse pouca semelhança com aquele que saiu do laboratório no pós-guerra.
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