Investir no exterior passou a integrar a estratégia de diversificação de mais investidores, avalia Ruben Guerrero, CEO da empresa Webull Brasil. O mercado americano amplia a exposição a setores pouco representados na bolsa brasileira B3, enquanto ETFs e outras moedas oferecem alternativas à concentração doméstica. Educação financeira e gestão de riscos continuam fundamentais.
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