O Checkpoint desta quarta-feira (28) chega com boas notícias aos fãs de Resident Evil. Jun Takeuchi, produtor executivo da Capcom, confirmou em entrevista recente que a história da franquia será concluída nos próximos 10 anos — mas também prometeu muitos jogos novos da série.
Em outras notícias, o CEO da Pocketpair, Takuru Mizobe, afirmou que adoraria ver Palworld sendo lançado para o Switch 2 no futuro. Vale lembrar que o jogo é chamado de “Pokémon com armas” por muitos jogadores e rendeu até processo da Nintendo quando foi lançado em 2024.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (28)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o VOXL por mais um Checkpoint!
Capcom deve concluir a história de Resident Evil em 10 anos
A Capcom pretende levar a história de Resident Evil a uma conclusão nos próximos dez anos, segundo Jun Takeuchi, produtor executivo da franquia. Em entrevista ao Yahoo Japão, o desenvolvedor afirmou que Resident Evil Requiem, lançado este ano, marca o encerramento de um ciclo de dez anos da série.
Apesar da declaração, isso não significa que a franquia deixará de receber jogos após esse período. Takeuchi confirmou que vários novos títulos estão planejados para a próxima década, embora não tenha especificado quantos serão lançados nem se o plano inclui apenas jogos inéditos ou também remakes.
Pocketpair adoraria levar Palworld para o Nintendo Switch 2
A Pocketpair gostaria de levar Palworld para o Switch 2, segundo o CEO Takuro Mizobe, em entrevista ao VGC. O executivo elogiou o console da Nintendo e afirmou que o estúdio estaria disposto a discutir a possibilidade de lançar o jogo na plataforma.
“Se algum dia tivermos a oportunidade de discutir ou considerar trazer Palworld para a plataforma Switch de alguma forma, adoraríamos ter essas conversas”, declarou Mizobe.
No entanto, um possível lançamento depende também do andamento do processo judicial movido pela Nintendo contra a Pocketpair por suposta violação de patentes, iniciado em setembro de 2024 e ainda em curso.
Estúdio de Kingdom Come: Deliverance foi vítima de ataque cibernético significativo
A Warhorse Studios, desenvolvedora de Kingdom Come: Deliverance, confirmou ter sido vítima de um ataque cibernético significativo que permitiu acesso não autorizado a sistemas e dados da empresa. O estúdio informou que ainda está avaliando a dimensão do incidente e não detalhou quais informações foram comprometidas.
“Este é um incidente grave para a Warhorse Studios e todos os afetados”, declarou o CEO Martin Frývaldský. Segundo o executivo, a prioridade é proteger os sistemas e determinar a extensão da invasão. A empresa está trabalhando com especialistas em segurança cibernética para lidar com o caso e afirmou que divulgará novas informações assim que possível.
Epic Games atualiza seus termos para treinar IA na Unreal Engine e MetaHuman
This conflates a number of different things. Here is a breakdown of the separate components of what is happening - - Does Epic let people use Fortnite IP without permission or compensation? No. - Does Epic restrict AI training on outputs of Unreal Engine and MetaHuman? Yes currently but we are working to remove this restriction from EULA terms, though each game using these tools is released under terms of the developers’ choosing which can allow or restrict AI training. - Do we allow training on content developed by others which we host in places such as Fab? This is up to each developer with the NoAI tag. - What does the law say on the copyright issues associated with training on content? The Anthropic court ruling found they were liable for copyright infringement when torrenting pirated content (as the article quotes me on), but they found that the training itself was fair use. Other courts have found that whether particular content produced by AI was infringing dependent on its similarity to the copyrighted work.
— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) October 27, 2026
A Epic Games está preparando mudanças em seu contrato de licença para permitir o treinamento de IA com conteúdos gerados pela Unreal Engine e pelo MetaHuman, software de criação de personagens 3D. A alteração foi anunciada pelo CEO Tim Sweeney, que afirmou que a empresa trabalha para remover as restrições atuais.
“Estamos trabalhando para remover essa restrição dos termos do EULA”, explicou Sweeney em publicação no X. Segundo o executivo, a decisão final continuará nas mãos dos desenvolvedores, que poderão permitir ou proibir o treinamento de IA com os conteúdos de seus jogos, conforme os termos de cada projeto.
Call of Duty Modern Warfare 4 utiliza imagens reais de noticiário sobre tragédia na Coreia do Sul, mas familiares pedem a remoção
Call of Duty: Modern Warfare 4 utiliza imagens reais da tragédia de Itaewon, em Seul, na Coreia do Sul, durante sua sequência de abertura. A cena mostra um paramédico realizando reanimação cardiopulmonar (RCP) e foi associada ao desastre de outubro de 2022, que deixou 159 mortos e 196 feridos. Familiares das vítimas pediram à Activision que remova o trecho do jogo.
A Associação das Famílias Enlutadas pelo Desastre de Itaewon classificou o uso das imagens como “altamente inapropriado e insensível”. Em resposta à emissora SBS, a Activision afirmou que os registros foram incluídos para contextualizar a narrativa fictícia e que não teve a intenção de banalizar tragédias reais. A Associação Coreana de Usuários de Jogos também solicitou uma atualização para substituir as imagens.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do VOXL!

