O novo processador A20 Pro, fabricado na arquitetura de 2 nanômetros, trouxe um salto substancial de poder de processamento para o iPhone 18 Pro. Para acompanhar essa potência e permitir que o smartphone execute tarefas pesadas por períodos prolongados sem engasgos, a Apple implementou um sistema térmico com uma câmara de vapor significativamente maior. Contudo, essa escolha de engenharia trouxe um efeito colateral bastante perceptível no uso diário: o aquecimento notável do corpo do aparelho.

Para evitar o thermal throttling — a redução forçada no clock do processador para impedir o superaquecimento do chip —, a câmara de vapor expandida absorve a energia térmica gerada pelo A20 Pro e a conduz rapidamente para longe dos componentes internos.

Como consequência direta dessa dissipação:

  • Proteção do Hardware: os componentes internos permanecem seguros e operando em frequências elevadas por mais tempo;
  • Aquecimento Externo: todo o calor dissipado é transferido para a estrutura externa de alumínio e painéis de vidro;
  • Impacto Ergonômico: durante sessões prolongadas de jogos pesados ou renderização de vídeo, o chassi do iPhone 18 Pro se aquece de forma notável, funcionando quase como um “mini aquecedor” nas mãos do usuário, por mais que não chegue a ferir ou incomodar muito.

Embora o comportamento seja positivo para a longevidade e o desempenho sustentado do aparelho, o desconforto tátil é inevitável sem o uso de uma capa de proteção adequada.

Caso tenha outras dúvidas sobre o aparelho, confira nosso review completo do iPhone 18 Pro. Enquanto isso, queremos saber: você prefere um celular que aqueça externamente para manter o desempenho máximo no topo ou prefere que ele reduza a velocidade para continuar frio? Responda nos comentários abaixo.