A vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno abre uma nova etapa da eleição presidencial, mas não permite concluir que os votos registrados neste domingo serão automaticamente reproduzidos no segundo turno. Na avaliação de Renato Meirelles, comunicólogo, escritor e fundador do Instituto Locomotiva, interpretar o resultado apenas como um deslocamento do país para a direita pode esconder um comportamento mais complexo do eleitor brasileiro.
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