B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)
" data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_2999.jpg?fit=1280%2C853&quality=70&strip=all" />O Ibovespa subiu 5,03% em setembro, fechando acima dos 186 mil pontos, mais precisamente aos 186.340,46 pontos. O saldo positivo ocorreu em um mês em que 17 ações subiram mais de 10% e apenas 5 caíram mais de 10%.
O cenário queda dos juros e aumento das apostas em um cenário político/fiscal mais favorável impulsionaram ações domésticas e sensíveis ao custo de capital, mas cada empresa teve catalisadores próprios. Nos casos de Magalu (MGLU3), Yduqs (YDUQ3) e Assaí (ASAI3), por exemplo, houve notícias corporativas relevantes que reforçaram o movimento.
Já entre as maiores quedas, atenção para empresas de minério de ferro, como Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3), em meio à queda da commodity, e ações de construtoras de baixa renda, que sofreram com um cenário mais restrito ao crédito.
Veja os destaques de alta e baixa do Ibovespa em setembro:
Maiores altas
Magazine Luiza (MGLU3): +61,47%
O Magalu foi destaque de alta do Ibovespa, tanto pelo “trade” de queda de juros, com os investidores de olho no cenário eleitoral, quanto pelo próprio noticiário positivo da companhia.
O principal gatilho corporativo foi o acordo com o Mercado Livre (BDR: MELI34), anunciado no início do mês, para ampliar a distribuição de produtos do Magazine Luiza dentro da plataforma. A parceria foi vista como uma oportunidade para recuperar tração no comércio eletrônico sem exigir o mesmo gasto com aquisição de clientes dos canais próprios.
Além disso, conforme destacou a Ágora Investimentos, a Anvisa recentemente revogou a medida preventiva que proibia o Magazine Luiza de comercializar, distribuir e anunciar determinados medicamentos, removendo uma restrição específica à atuação da companhia nesse segmento. A decisão acompanha a nova legislação que admite a contratação de plataformas digitais por farmácias e drogarias licenciadas para logística e entrega ao consumidor. A revogação, contudo, não representa autorização automática para a venda de medicamentos, pois a aplicação das novas regras ainda depende de regulamentação específica da agência. “A leitura é que a retirada da restrição amplia as possibilidades estratégicas do ecossistema digital do Magalu, mas o impacto econômico efetivo dependerá da regulamentação sanitária e do modelo operacional adotado pela companhia”, aponta.
O segundo impulso veio dos juros. Com a Selic reduzida para 13,75%, após o quinto corte consecutivo do BC, voltaram ao radar ações ligadas a consumo e crédito. O Magalu tem alta sensibilidade às taxas porque vende bens duráveis financiados, e juros menores podem favorecer tanto a demanda quanto as despesas financeiras. A menor pressão competitiva após o fechamento de lojas da Casas Bahia também foi apontada como fator favorável. Além disso, a proibição das bets pode devolver um mercado consumidor importante para a companhia.
Contudo, analistas mostram ceticismo sobre se a alta deve continuar. Em relatório, o JPMorgan reforça que Magazine Luiza aparece como um dos principais nomes sensíveis aos juros. Contudo, mantém recomendação underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda) para MGLU3 e chama atenção para a qualidade dos resultados. Segundo os cálculos da instituição, quase todo o lucro da companhia depende de incentivos tributários. Juros menores também podem reduzir as margens brutas do setor ao diminuir os ganhos financeiros embutidos nas vendas, limitando parte do benefício sobre o lucro.
Vamos (VAMO3): +44,30%
Na Vamos, o pano de fundo de queda dos juros também foi relevante para a alta das ações, uma vez que a própria companhia já havia apontado anteriormente que a taxa elevada era um dos principais ofensores de seu resultado financeiro, em uma operação intensiva em capital.
O movimento encontrou a empresa em uma trajetória de melhora operacional. No 2T26, o lucro líquido ajustado avançou 21,8%, para R$ 101,1 milhões, o Ebitda ajustado cresceu 6,6% e a receita líquida, 10,8%. A ocupação da frota atingiu 89%, maior nível desde 2020, aproximando-se da meta de 90%.
Assaí (ASAI3): +28,59%
O Assaí teve forte valorização, também por ser uma empresa alavancada e sensível a juros. O mês também contou com o anúncio da aquisição de 18 postos de combustíveis por até R$ 80 milhões, com visão de formar gradualmente uma rede que poderia ultrapassar 100 unidades no longo prazo. A XP avaliou que os postos podem aumentar o fluxo nas lojas e sustentar as vendas mesmas lojas em um ambiente de consumo enfraquecido.
A ação também vinha de um resultado trimestral com melhora forte do lucro: no 2T26, o lucro líquido subiu 121%, para R$ 484 milhões, enquanto o Ebitda ajustado cresceu 30,9%. E, assim como o Magalu, a proibição das bets pode devolver um mercado consumidor importante para a companhia.
Olhando para frente, o JPMorgan acredita que a reprecificação das ações pode ser mais sustentável devido à resiliência típica do varejo alimentar e à limitada dependência dos lucros em incentivos fiscais. A recomendação para ASAI3 é neutra, com preço-alvo de R$ 11.
Yduqs (YDUQ3): +26,30%
A Yduqs contou com notícias importantes no mês de setembro, sendo o grande destaque a combinação de negócios com a Afya. Antes mesmo da confirmação, as expectativas já movimentavam o papel. O Bradesco BBI calculou no começo de setembro que a eventual fusão poderia proporcionar 34% de valorização pela relação de troca e mais até 19% provenientes de sinergias.
O negócio foi posteriormente anunciado e prevê a formação da maior empresa de ensino de medicina e cursos da área de saúde do Brasil. Segundo a administração, a companhia combinada terá 66% de seu Ebitda ligado ao ensino premium, segmento de margens maiores e mais protegido das oscilações econômicas, além de 926 mil alunos de graduação e 5,9 mil vagas anuais de medicina.
Fleury (FLRY3): +18,64%
A Fleury registrou um novo mês de ganhos, seguindo a reprecificação iniciada depois do forte 2T26.
O balanço do período expectativas em receita, Ebitda e lucro. A receita cresceu 14,4%, o Ebitda avançou 15,2% e o lucro líquido saltou 45,7%, para R$ 222 milhões. O Itaú BBA classificou o resultado como “muito forte” e apontou possibilidade de revisões positivas de estimativas.
Em setembro, o papel manteve o rali e se aproximou de sua máxima histórica. Além disso, a companhia antecipou para 28 de setembro o pagamento de R$ 217,8 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,4007 por ação em valor bruto.
Localiza (RENT3): +18,35%
A Localiza também se beneficiou da queda dos juros uma vez que a operação envolve uma frota muito grande e, consequentemente, exige capital significativo. O ambiente de queda das taxas tende, portanto, a melhorar a percepção sobre custo financeiro e valuation.
O movimento ocorre depois de um segundo trimestre operacionalmente forte. A Localiza reportou lucro de R$ 1 bilhão no 2T26, alta de 30,6%, com receita avançando 24,5% e Ebitda crescendo 14,1%. Houve crescimento das receitas em todas as linhas de negócio, além de melhora de eficiência e rentabilidade.
Em setembro houve ainda anúncio de R$ 614,9 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,5566 por ação em valor bruto.
Veja as altas do Ibovespa em setembro:
| Ticker | Cotação (R$) | Variação no Mês (%) |
| MGLU3 | 7,46 | 61,47% |
| VAMO3 | 4,3 | 44,30% |
| ASAI3 | 10,93 | 28,59% |
| YDUQ3 | 11,14 | 26,30% |
| FLRY3 | 22,79 | 18,64% |
| RENT3 | 40,5 | 18,35% |
| AURE3 | 13,02 | 15,73% |
| AZZA3 | 17,38 | 15,33% |
| BPAC11 | 64,09 | 14,53% |
| CEAB3 | 10,02 | 14,37% |
| HYPE3 | 24,48 | 13,54% |
| MULT3 | 31,72 | 11,89% |
| B3SA3 | 18,34 | 11,49% |
| ITUB4 | 44,28 | 11,03% |
| MOTV3 | 16,75 | 10,71% |
| ITSA4 | 14,6 | 10,69% |
| CYRE3 | 27,18 | 10,22% |
| EQTL3 | 40,65 | 9,60% |
| BBAS3 | 23,07 | 9,34% |
| SBSP3 | 27,43 | 9,28% |
| ALOS3 | 29,49 | 9,02% |
| ENGI11 | 52,97 | 8,59% |
| IGTI11 | 27,02 | 7,78% |
| RDOR3 | 38,29 | 7,74% |
| VBBR3 | 37,15 | 7,62% |
| LREN3 | 11,6 | 6,72% |
| UGPA3 | 37,65 | 6,69% |
| BBDC4 | 18,51 | 6,50% |
| RAIL3 | 16,29 | 6,47% |
| BBDC3 | 16,22 | 6,15% |
| EMBJ3 | 97,31 | 5,76% |
| CPLE3 | 16 | 5,26% |
| TAEE11 | 41,81 | 5,24% |
| ENEV3 | 27,87 | 5,09% |
| VIVA3 | 23,6 | 4,89% |
| PETR4 | 49,12 | 4,80% |
| CMIG4 | 11,16 | 3,91% |
| GOAU4 | 10,94 | 3,60% |
| CXSE3 | 19,88 | 3,01% |
| AXIA3 | 55,35 | 2,98% |
| BEEF3 | 3,94 | 2,87% |
| PETR3 | 53,87 | 2,86% |
| ISAE4 | 27,59 | 2,34% |
| SMFT3 | 17,55 | 2,27% |
| CSMG3 | 56,31 | 2,20% |
| ABEV3 | 15,36 | 1,65% |
| EGIE3 | 29,46 | 1,52% |
| CPFE3 | 45,51 | 1,11% |
| HAPV3 | 6,67 | 1,06% |
| BRAV3 | 18,12 | 0,67% |
| CSNA3 | 5,77 | 0,52% |
| GGBR4 | 24,27 | 0,50% |
Maiores baixas
Natura (NATU3): -23,21%
A Natura teve forte alta na última sessão do mês de agosto, impulsionada pelo anúncio do retorno de Alessandro Carlucci ao comando da companhia, mas viveu uma forte reversão de humor em setembro. As ações acumularam queda superior a 20% no mês, devolvendo os ganhos registrados após a troca de comando.
Na avaliação do JPMorgan quando a notícia foi veiculada, a volta do ex-CEO reforçava a aposta em maior rentabilidade, disciplina na alocação de capital e melhora na execução operacional, fatores que haviam sido bem recebidos pelo mercado.
O otimismo, porém, deu lugar a preocupações relacionadas ao desempenho operacional da empresa, que já acontecem há algum tempo. Ainda em agosto, a companhia apresentou no balanço impacto da implementação de novos sistemas de planejamento da cadeia de abastecimento. A companhia admitiu que parâmetros inadequados na ferramenta afetaram a disponibilidade de produtos, gerando dificuldades para consultoras fecharem pedidos e pressionando as receitas.
O próprio então CEO João Paulo Ferreira classificou os problemas como desafios de execução “autoimpostos”, reconhecendo que a frustração com os resultados teve origem principalmente em fatores internos.
Em setembro, o JPMorgan revisou sua visão para a ação, refletindo uma leitura mais cautelosa em relação à capacidade de recuperação da empresa. Na avaliação do banco, a conclusão do processo de simplificação da Natura, que incluiu a venda integral da Avon International fora da América Latina, reduziu riscos extremos para a tese, mas não o suficiente.
Nos últimos dias do mês, a Natura passou a negociar próxima de suas mínimas históricas. Pela visão de análise técnica, o papel mostra forte tendência de baixa e em região de sobrevenda segundo indicadores técnicos. Nos últimos 12 meses, os papéis acumulavam queda superior a 20%.
Tenda (TEND3): -18,40%
O otimismo com a entrada da Tenda (TEND3) no Ibovespa em agosto não impediu que o papel enfrentasse uma forte correção em setembro. No mês, a construtora acumulou queda de cerca de 17% ao longo deste mês. O movimento refletiu a deterioração da percepção do mercado em relação às perspectivas operacionais da construtora, especialmente após bancos passarem a projetar um terceiro trimestre mais desafiador para a companhia.
A principal preocupação esteve relacionada ao endurecimento dos critérios de concessão de crédito da Caixa Econômica Federal, que pode afetar vendas, aumentar cancelamentos e pressionar margens.
Analistas do Goldman Sachs, JPMorgan e Itaú BBA afirmam que a combinação entre crédito mais restritivo, aumento de distratos e os impactos da greve da Caixa sobre a transferência de contratos tornou o cenário mais complexo para a companhia. Os bancos também passaram a enxergar riscos maiores para as projeções de resultados dos próximos anos, o que contribuiu para a pressão sobre as ações.
Apesar do desempenho negativo na Bolsa, setembro também foi marcado por outras notícias corporativas para a Tenda. A companhia oficializou a chegada de Marcos Cruz à presidência-executiva, concluindo o processo de sucessão de Rodrigo Osmo. Além disso, o conselho de administração aprovou um programa de recompra de até 5 milhões de ações ordinárias, com duração de 12 meses, sinalizando confiança da administração no valor dos papéis mesmo em meio ao momento mais desafiador para o setor e para a própria companhia
CSN Mineração (CMIN3): -17,60%
A CSN Mineração (CMIN3) teve um setembro difícil na Bolsa e amarga queda de mais de 17%. As más notícias vieram em um momento já desafiador para o setor de minério de ferro, pressionado pela combinação de preços mais baixos da commodity e forte alta dos custos de frete marítimo.
Com o minério próximo de US$ 95 por tonelada, o mercado passou a questionar a rentabilidade das produtoras mais expostas a esse cenário, caso da própria mineradora.
A pressão aumentou após a companhia revisar suas projeções para 2026. A CSN Mineração anunciou redução da estimativa de produção e do volume de compras de minério de terceiros, citando justamente a forte elevação dos custos de frete.
A revisão foi recebida de forma negativa pelo mercado por indicar menor geração de receita e menor alavancagem operacional em um ambiente já adverso para o setor. Além disso, analistas passaram a destacar que a empresa é particularmente sensível à combinação entre minério mais barato e frete mais caro, o que comprime margens e reduz a competitividade das exportações.
Cury (CURY3): -14,12%
A Cury (CURY3) figura entre as maiores quedas do mês após aumento das preocupações do mercado com o crédito imobiliário. O principal foco de atenção foi o endurecimento das regras de financiamento da Caixa Econômica Federal, que provocou uma forte correção nas ações de construtoras ligadas aos segmentos de média e baixa renda. Investidores passaram a monitorar os potenciais efeitos sobre vendas, aprovação de crédito e distratos, em um movimento que afetou o setor como um todo.
Apesar do ambiente mais desafiador, a percepção dos analistas sobre a Cury continuou favorável. Um relatório do Goldman Sachs destacou que as vendas residenciais em São Paulo seguiram superando os lançamentos, indicando um mercado ainda saudável na principal região de atuação da companhia. Nesse contexto, o banco reforçou sua preferência por Cury e Cyrela (CYRE3), apontando fundamentos operacionais sólidos e uma dinâmica de oferta e demanda mais equilibrada que a observada em outros segmentos do setor.
Outro tema que marcou setembro foi a discussão sobre os impactos das eleições presidenciais para o setor imobiliário. Na avaliação do JPMorgan, mudanças de política pública podem alterar o cenário para as construtoras nos próximos anos, mas o banco segue vendo valor nas empresas mais expostas à baixa renda, segmento em que a Cury possui forte presença.
Assim, mesmo com a pressão vinda do aperto de crédito e da maior cautela dos investidores, a companhia segue entre as preferidas de analistas para capturar o potencial de crescimento do mercado habitacional brasileiro
Vale (VALE3): -10,72%
A Vale (VALE3) também atravessou um setembro marcado por pressões no setor de mineração e chegou ao seu pior patamar do ano, abaixo dos R$ 70. Apesar de sinais pontuais de melhora na demanda chinesa, o mercado continuou preocupado com o enfraquecimento dos preços do minério de ferro, que rondaram a faixa de US$ 95 por tonelada, além da forte alta dos fretes marítimos.
Esse cenário reduziu as expectativas para a geração de caixa das mineradoras exportadoras e ajudou a explicar a dificuldade da ação em sustentar movimentos de recuperação ao longo do mês.
Parte das preocupações dos investidores esteve ligada justamente ao impacto do frete sobre a rentabilidade da companhia. O aumento dos custos de transporte passou a corroer os ganhos obtidos com a exportação de minério, levando analistas a revisarem projeções para o setor. Ainda assim, algumas casas mantiveram uma visão construtiva sobre a mineradora.
O JPMorgan, por exemplo, avaliou que o ambiente de curto prazo segue desafiador, mas enxergou oportunidade de compra para as ações, enquanto a XP ponderou que o desconto dos papéis em relação aos pares internacionais não é tão expressivo quanto aparenta à primeira vista.
Ao mesmo tempo, a informação de que a Vale poderia captar até US$ 522 milhões na China por meio da emissão de “panda bonds”, além do anúncio da compra de 30% da Ligga, em um movimento estratégico ligado às operações de Carajás.
Análises de Goldman Sachs, JPMorgan, XP Investimentos e Bradesco BBI após reuniões com a administração da mineradora destacaram o esforço da mineradora para ampliar sua exposição ao cobre em um momento em que o minério de ferro perde força e a expectativa para dividendos se torna mais moderada.
Mesmo com esses vetores positivos de longo prazo, as preocupações com minério mais fraco, fretes elevados e margens pressionadas prevaleceram sobre o desempenho de VALE3 em setembro.
Veja as baixas do Ibovespa em setembro:
| Ticker | Cotação (R$) | Variação no Mês (%) |
| NATU3 | 6,75 | -23,21% |
| TEND3 | 27,01 | -18,40% |
| CMIN3 | 5,01 | -17,60% |
| CURY3 | 27,74 | -14,12% |
| VALE3 | 69,91 | -10,72% |
| BRAP4 | 20,23 | -9,32% |
| DIRR3 | 10,11 | -8,92% |
| MBRF3 | 16,78 | -8,31% |
| USIM5 | 7,01 | -7,64% |
| RADL3 | 18,37 | -6,56% |
| POMO4 | 4,18 | -6,49% |
| KLBN11 | 18,11 | -4,93% |
| PRIO3 | 60,9 | -4,83% |
| TOTS3 | 33,43 | -4,13% |
| BBSE3 | 39,18 | -3,50% |
| PSSA3 | 47,29 | -3,45% |
| SUZB3 | 44,2 | -3,41% |
| SANB11 | 28,75 | -2,01% |
| TIMS3 | 18,32 | -1,35% |
| MRVE3 | 5,47 | -1,26% |
| COGN3 | 2,31 | -0,85% |
| WEGE3 | 49,46 | -0,32% |
| CSAN3 | 3,96 | -0,25% |
| VIVT3 | 29,81 | -0,17% |
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